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| A imensa Praça Vermelha, com toldos para a festa de aniversário de Moscou. Ali atrás deles fica o mausoléu do cara |
Krasnaya Plochtchad
Krasnaya tanto pode ser bela quanto vermelha, em russo. A Praça Vermelha (Krasnaya Plochtchad) é, de fato, tudo isso. Depois da primeira visita domingo à noite, voltei lá mais duas vezes. Na terça, sob chuva, para visitar o Kremlim; e na quinta, sob o sol, para comprovar sua beleza, entender o propósito das grades e áreas fechadas, ficar alguns segundos diante de Lênin e incansavelmente tirar fotos da colorida Catedral de São Basílio, o Bem-Aventurado. Depois falo do Kremlim.
A maior parte das grades cercava uma área utilizada na quinta-feira para uma exibição de cavaleiros. Sim, botaram sobre a praça um piso que parecia argila com lama para os cavalinhos. Sob o toldo, houve uma apresentação de dança russa tradicional. Mais ao fundo, arquibancadas. Frente a elas, ensaiavam para o parabéns... dançarinos, militares, bonecos, bandeiras. E tome turistas!
Sobre Lênin, resumi no Facebook:
Hoje vi o camarada Lênin. Fingindo-se de
morto, o danado. Tá bem vivo pela cidade. Ainda. No mausoléu, punho
direito cerrado, mão esquerda aberta. Orelhas pequenas, de lutador de
MMA. Para o bem ou para o mal, travou batalhas históricas. Parece
baixinho. Nas muitas estátuas, é um gigante. Mas todo mundo fica menor
na hora da nossa morte... Imaginem o tom cruise e o lula... Sem foto pq
eles pegam até os celulares dos japas...
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Eis o camarada. Na penumbra do mausoléu, só ele recebe a pouca luz. Se o turista ficar dez segundos parado observando, vem um dos muitos guardas e cutuca o visitante, em russo, ordenando que a fila ande. O encontro não dura mais que um minuto. A entrada é gratuita, você só paga o guarda-volume (40 rublos/R$ 3), onde deixa qualquer bolsa ou máquina fotográfica. Li que a mão direita está assim porque estragaram as pontas dos dedos no processo de embalsamento.
A foto é da web, claro |
A Catedral de São Basílio, o Bem-Aventurado
é meio hollywoodiana, labiríntica, com uma decoração em cada cúpula. A cada passo, um espanto. De novembro a abril, fecha às terças. Na hora dos bilhetes, uma peculariedade comum em atrações russas: você paga um ingresso para entrar e outro para fotografar, quiçá outro valor para filmar e fotografar. Lá foram 250 (R$ 18) rublos para entrar e 160 (R$ 12) para fotos.
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| Ela é mesmo espetacular, por dentro e por fora |
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| Mais do interior da Catedral de São Basílio |

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Olhando para cima na catedral. Duas abóbadas, duas cúpulas, duas maravilhas |
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Acima, outra passagem na São Basílio. Abaixo, detalhe do teto e do lustre nessa passagem
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| Vista dos fundos: podem procurar defeito |
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| Deesculpem, mas todo ângulo é ângulo |
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| Chega de tentar adjetivar |
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| Como assim? Arlequinal, diria Mario de Andrade |
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O Relógio Mundial, com as cidades separadas conforme o fuso horário. Abaixo dessa cúpula tem um shopping subterrâneo. Nas duas últimas linhas está escrito: San José e Panamá
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| E toda hora é hora de São Jorge guerreiro. |
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| Soldados com estandartes e uma bonecona: ensaio para a festa |
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| Soldados embandeirados: façam festa não façam a guerra |
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| Lá estão os cavaleiros na arena montada no meio da praça |
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| Pirueta hípica na praça |
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| Cabeças cortadas de turistas diante da exibição |
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| Turistas, turistas e turistas no centro turístico da cidade |
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| Eis a Catedral de Kazan novamente, agora sob o sol |
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| Lanchonete autoexplicativa diante dos muros vermelhos |
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| Esse é um dos canais bem perto da Praça Vermelha. Ao longo dele, ali na sacada, lanchonetes |
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| O canal, com pontes, estátuas e chafarizes. São os Jardins de Alexandre |
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